Do fundo do baú

Fotografia captura pirâmide de metais montada pela população, em uma cidade do Brasil, durante a Segunda Guerra. Você sabe em que lugar isso ocorreu?

  • Acervo pessoalTempos de guerra mundial são difíceis, mesmo para populações que não estejam diretamente envolvidas no conflito armado. A sociedade brasileira da década de 1940 não escapou disso: a partir de 1942, quando Vargas anunciou apoio aos Aliados, o cotidiano das pessoas deste lado do Atlântico fugiu bastante da normalidade.

    Em um primeiro esforço de guerra, a população criou espontaneamente as chamadas "pirâmides de metal", que passam a ser alimentadas com objetos velhos feitos do material, em diversas cidades do país. Cadeiras, panelas, bacias, pias formavam uma pirâmide de doação, cujo o objetivo principal  era de fornecer matéria-prima para a feitura de aeronaves. Nas fotos ao lado, vê-se um exemplo desta prática, em uma cidade brasileira. Você sabe qual?

     

    Segunda Guerra no Twitter

    Há 70 anos, o presidente Getúlio Vargas declarava guerra às nações do Eixo, após uma série de navios mercantes brasileiros terem sido afundados por submarinos alemães. Vargas respondia também a pressões internas e externas. No quadro nacional, a mobilização popular alimentada pelos meios de comunicação e pela elite intelectual crescia nas grandes cidades. No que diz respeito à política internacional, as forças aliadas cobravam – e precisavam – assegurar o domínio no Atlântico Sul.

    Para relembrar um pouco deste passado, a Revista de História está “noticiando”, desde o final de agosto, informações direto do front de batalha: desde a mobilização de tropas, em 1942, ao retorno dos pracinhas, em 1945. Acompanhar as ‘rapidinhas’ é fácil: basta seguir a @RHBN na rede social Twitter, onde, diariamente, as novidades sobre a guerra vão chegar após cruzarem o Atlântico e o tempo.

    Se perder alguma informação, só procurar por #Ha70anos na busca da rede social que, automaticamente, todo o histórico será recuperado.

     

        

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