Jovens competidores

Terceira edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil começa este mês

Cristina Romanelli

  • Crédito: MC / Augusto FidalgoAnalisar documentos, comparar imagens antigas e relacionar letras de músicas com acontecimentos da época já não são métodos exclusivos de historiadores experientes. Eles fazem sucesso entre pesquisadores mirins na Olimpíada Nacional em História do Brasil. Em sua terceira edição, o evento deve ter 60 mil participantes, o total dos dois anos anteriores somados.

    "É um estímulo para os estudantes pesquisarem e não se prenderem ao material didático. A Olimpíada amplia o conhecimento sobre novas interpretações de História. E uma surpresa é que alunos de regiões distantes têm tido um desempenho excelente”, diz Marieta de Moraes Ferreira, professora da UFRJ e pesquisadora da Fundação Getulio Vargas.

    Em grande parte, o envolvimento dos estudantes ocorre porque temas tradicionais são misturados a outros mais recentes. “Os alunos também têm que enfrentar alguns desafios, com entrevistas e fotografias. É a parte de que eles mais gostam”, conta a historiadora Cristina Meneguello, coordenadora da Olimpíada.

    Na internet, estão disponíveis questões das provas já realizadas, para que os participantes tenham uma noção do que vem pela frente. São cinco fases on-line e a última, presencial, que acontece na Unicamp. Quem chega até o final ganha não só conhecimento, mas também medalhas, certificados, assinaturas da RHBN e muita festa na volta para casa.

    3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil:
    www.mc.unicamp.br
    Inscrições até 9 de agosto.

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