Casa da morte

Em cartaz até domingo no Rio, peça inspirada na ditadura de Pinochet propõe ao público carioca reflexão sobre violência e cidadania

  • Os atores Marcos França, Priscila Amorim e Fernanda Maia em cena de "Casa da morte" (Foto: Divulgação/Ellena Stellet)Motivada pelo debate aberto com os 50 anos do golpe civil-militar no Brasil, a companhia de Teatro Pequeno Gesto apresenta a peça “Casa da Morte” – versão brasileira de “Tejas Verdes”, do dramaturgo espanhol Fermín Cabal, no Sesc Copacabana, até o dia 31 de agosto.

    A peça mostra a trajetória da jovem militante política Canarinho, presa e torturada pelo aparato de repressão da ditadura. Por meio do depoimento de pessoas ligadas à sua história, o drama se desdobra em dois tempos: o período ditatorial e o momento em que a história dos desaparecidos vai ser reconstituída e tornada pública. O texto original foi inspirado na rotina dos torturados na ditadura do general Augusto Pinochet (1915-2006), no Chile, entre 1973 e 1990, quando se estima que 3 mil pessoas tenham desaparecido nos porões do regime militar.

     

    Serviço

    “Casa da Morte”,

    Local: Espaço Sesc. Rua Domingos Ferreira, 160 - Copacabana

    Horário: sexta e sábado, às 19h, domingo às 18h

    Em cartaz até 31 de agosto.

    Entrada: R$ 20.

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